A sala é informação, não enfeite
O escritório é pixel art de verdade, desenhado em canvas e em escala
inteira. Os agentes andam pela sala com caminho calculado no chão:
desviam de mesa, planta e sofá.
E o corpo conta o que está acontecendo — digitando quando pensa,
lendo quando espera a vez, virado para você quando a rodada precisa
de uma resposta sua. O balão em cima da cabeça e o disco colorido no
chão repetem o mesmo recado, para não depender só de cor.
Cada agente aprende com arquivos
Um agente é um prompt mais um catálogo de skills:
arquivos .md que entram na base de conhecimento dele.
Dá para anexar skills do catálogo instalado, do projeto ou enviadas
por você.
Existe um teto de caracteres por skill e no total — sem isso um único
arquivo grande engoliria o prompt inteiro e o agente esqueceria quem é.
Projetos guardam o assunto
Cada projeto é uma pasta com as conversas dentro. A árvore da
esquerda abre a pasta, mostra as conversas e aceita arrastar uma
conversa de um projeto para outro.
O plano da rodada fica salvo junto com a conversa: reabrir uma
conversa antiga traz de volta quem foi convocado e o que cada um
respondeu.
Nada de resposta pela metade
O tamanho da fala muda com a situação: recado entre agentes é curto,
resposta normal é média, e quando você pede para explicar ou
detalhar o limite sobe bastante.
Se o modelo é interrompido pelo teto de tokens, o texto volta até a
última frase inteira em vez de parar no meio da palavra.
Vários modelos, com plano B
As chaves configuradas viram uma fila de provedores. Se um responde
que a cota estourou, ele sai da fila por cinco minutos e a conversa
segue pelo próximo, sem você perceber.
O servidor avisa quando está velho
Código do servidor só entra no ar depois de reiniciar. Quando um
arquivo em disco fica mais novo que o processo, uma faixa aparece no
topo com o comando pronto para copiar — o tipo de detalhe que já
custou horas de caça a fantasma.